Entrevista com o autor Alexandre Maia

05 de Janeiro de 2012 Entrevista
Início de ano é um bom momento para propormos a nós mesmos novos objetivos e metas a atingir. Com o concurseiro não é diferente. Preparamos uma entrevista especial, onde você poderá rever suas estratégias de estudo.

O entrevistado é o terapeuta Alexandre Maia, que lançou pela Editora Impetus a obra Preparo Emocional para Passar em Provas e Concursos. O autor nos explica a importância do preparo emocional e quais os benefícios que traz aos concurseiros.

Estudos comprovam que o equilíbrio das emoções nos candidatos que prestam concursos públicos pode trazer um aumento de até 60% na capacidade de raciocínio, compreensão, memorização e evocação de memória do conhecimento adquirido. Em contrapartida, o desequilíbrio emocional pode diminuir em até 40% estas mesmas capacidades.

O concurseiro de hoje se prepara emocionalmente para a maratona dos concursos? Por quê?
A grande maioria dos concurseiros não se prepara emocionalmente, geralmente os que se preparam são os mais experientes, que já estão intelectualmente bem preparados e perceberam que só isso não basta. Penso que o maior motivo desta falta de preparo emocional acontece por falta de conhecimento do potencial e da importância da inteligência emocional para se passar em provas e concursos. Não é à toa que a maioria dos candidatos faz três, quatro concursos ou mais para ser aprovado. Ou seja, depois que ele tem "experiência", depois de estar emocionalmente mais equilibrado, pois não é mais calouro, consegue sua aprovação. O preparo e a inteligência emocional adquirem-se pelo treinamento, ou pela experiência. Via de regra, o candidato iniciante acha que é só estudar, estudar e estudar.

Qual importância o senhor daria para o preparo emocional dentro do planejamento de estudo do concurseiro?
No mínimo é tão importante quanto o estudo, pois só ele é capaz de ativar potencialidades do nosso racional que estão adormecidas, além da memória e da capacidade de entendimento e de raciocínio. Melhor é visar ao bem-estar do candidato e tornar o estudo uma arte.

O senhor acha que há um preconceito por parte dos estudantes/concurseiros na crença de que o preparo emocional é importante nesta fase? Por quê?
Não diria que é um preconceito, acho que é falta de conhecimento mesmo, pois todo candidato, sem exceções, que aprende e conhece as enormes vantagens do preparo emocional, não abre mão delas e melhora bastante suas vantagens no concurso e sua qualidade de vida.

Qual é o primeiro passo para começar um preparo emocional?
Abrir-se a esta experiência, quebrando as próprias barreiras e experimentando. Logo de cara o estudante percebe que vai se dar bem.

Qual é a técnica mais importante neste preparo? Por quê?
Para mim são as práticas respiratórias. Elas trazem centramento, tranquilidade, autoconfiança, energia e consciência, além de criar os bons hábitos da disciplina, da concentração e do foco.

Quanto tempo um concurseiro leva para conseguir se preparar emocionalmente?
Do meu treinamento, ele já sai mais autoconfiante, consciente e centrado. Com três a seis meses de práticas simples e rápidas, os hábitos da disciplina, da concentração e do foco já estão enraizados, e ele já é mais equilibrado e maduro. Sua capacidade de raciocínio, de entendimento e memorização já deu um salto quântico de qualidade e eficácia. E, com certeza, sua vida já melhorou muito.

Qual dica o senhor daria para o concurseiro que ainda não passou no concurso que deseja e que está desanimado?
Adquira meu livro, ele vai renovar sua motivação, e lembre-se deste ditado: "Os vencedores começam onde a maioria desistiu".

Fonte: Redação Impetus

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