AGUARDE, PROCESSANDO

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O Brasil tem assistido, quase diariamente, políticos dos mais diversos partidos, sempre que questionados sobre as doações de campanha, responderem que “foi tudo homologado pelo TSE”. Em paralelo a este fenômeno, há cada vez mais a tentativa de separar o que é “dinheiro de Caixa 2” de “dinheiro de corrupção”, como se apenas o segundo caso fosse dinheiro ilícito. Estes dois assuntos são indispensáveis para o futuro da Lava-Jato e do próprio país.
Você conhece o Prof. William Douglas? Se sim, você sabe que ele é autor do famoso livro Como Passar em Provas e Concursos. Além de Professor o William também é escritor com vários livros sobre a temática sucesso, concursos, produtividade, etc.
Nesse artigo eu separei 7 dicas essenciais do William Douglas para que você passar em provas e concursos.
Inclui junto algumas maneiras de você colocar em prática as dicas, para você começar hoje mesmo a estudar e aprender com eficácia e conquistar sua aprovação.
Recentemente transcendemos os limites do macabro diante das sucessivas rebeliões ocorridas na região Norte do país. Como efeito, contabilizamos dezenas de pessoas queimadas vivas, decapitadas, além de cadáveres vilipendiados. Houve quem achasse pouco e pedisse mais.
Para aqueles que se dedicam ao estudo de História, nada mais básico do que a lição sobre os períodos de transição, em que o novo e o velho coexistem, sendo natural que o processo de renovação fique marcado como uma fase de profundas contradições. Nenhuma mudança ocorre de forma abrupta, sem que os primeiros sintomas não possam ser sentidos em tempos ainda remotos, assim como nenhuma forma de pensar se esvai de imediato, sem capacidade de dar sinais de permanência além do seu tempo.
O Livro divide-se em duas partes: Orçamento e Contabilidade Pública, sendo que a parte de Orçamento é necessária para o aprendizado de Contabilidade Pública. Ele não se encontra atualizado no seu todo, necessitando que o leitor entre no site do Tesouro Nacional para acrescentar aos seus estudos a última edição do Manual de Contabilidade aplicada ao Setor Público – MCASP (), mas não deixa de ser uma excelente fonte de consulta para quem está começando seus estudos na área de Contabilidade Pública, pois é bem detalhado, tornando fácil a leitura, a aprendizagem e a memorização para o fim a que se propõe.
A exemplo dos demais bens jurídicos tutelados em nosso ordenamento penal, a dignidade sexual, quando violada, reclama do Estado a perfeita aplicação da norma jurídica, valendo-se, para tanto, do que contempla o Código Penal no Título VI. Recentemente, o mencionado Título foi significativamente alterado pela Lei nº 12.015, de 07 de agosto de 2009. Foi feita, pois, uma verdadeira reforma na disciplina legislativa dos crimes sexuais no Brasil. Houve, entre outras mudanças, a fusão dos conceitos de atentado violento ao pudor e de estupro em apenas um dispositivo penal. Tal alteração proporcionou muita discussão em relação ao tópico concurso de crimes. Partindo da análise de como o tema era tratado na doutrina e jurisprudência antes da reforma legislativa, o escopo do presente artigo é tecer alguns comentários sobre a possibilidade ou não do reconhecimento de mais de um crime de estupro, quando cometido em um mesmo contexto.
Imagine que você é filho de um homem muito rico, e tem apenas um irmão. Seu pai, prestes a falecer, os chama e lhes dá uma escolha: um ficará com a fortuna inteira, outro com um livro que ensina como aquela fortuna foi conquistada. Você, o filho mais velho, escolherá primeiro. O que escolheria?
Recebi mensagem de uma leitora, Rafaela, recentemente. Respondi a ela e copio para vocês toda a conversa.

Shalom William Douglas!! Tenho a curiosidade de saber como consegue fazer o seu tempo render tanto. Sou candidata à magistratura federal, procuradora municipal, coleciono algumas aprovações em procuradorias, mas tenho sentido dificuldade em dinamizar o tempo. Às vezes é o cansaço mesmo... Ainda tenho que aguardar mais um ano para poder prestar para a magistratura federal... mas tenho sonhado com o cargo desde a faculdade...

Rafaela
Em 18 de março de 2016, o NCPC (Lei nº 13.105/16), entrou em vigor já com algumas alterações promovidas por outro ato normativo (Lei nº 13.256/16), estando ambas apresentadas em meus dois novos livros publicados, o Curso Completo do Novo Processo Civil (manual) e no Novo Código de Processo Civil Comparado e Anotado (que inclui comentários, súmulas, enunciados e ementas de jurisprudências). Obviamente, diversos questionamentos já vinham sendo apresentados antes mesmo de sua vigência, fomentando certa insegurança entre os operadores do Direito, o que de certa forma era até de se esperar, diante das inúmeras alterações. Mas, certamente, algumas que mais vem sendo apresentadas dizem respeito a convivência e aplicação ou não de certas regras constantes no NCPC diante do microssistema dos juizados especiais (Leis nºs 9.099/95, 10.259/01 e 12.153/09), que é calcado em critérios orientadores bem pontuais (art. 2º, Lei nº 9.099/95), como o da simplicidade, informalidade, economia processual e celeridade, o que se justifica por serem mais específicos para a solução de questões de menor complexidade.

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